300 x milhares de bons momentos

22 04 2007

Até já, este ano, para mim é o melhor.





Ainda as séries…

14 04 2007

Como já disse Lost está em grande. Para quem acompanha, não estou a dar grandes novidades. Mas a propósito disso, ao ver que o Promo e os Sneak Peaks da próxima semana estão de cortar a respiração muito graças à música escolhida. O autor da música é Clint Mansell e pode ser apreciada no filme “Requiem for a Dream”, um filme marcante, que qualquer um independentemente de gostar ou não, não fica indiferente.

Fazendo a ponte e aproveitando a música “Summer Overture” em questão, deixo um video sobre a grande série que agora está a passar aos sábados na TVI, Heroes. Se for bem aproveitada, se calhar a TVI lança uma carta para a mesa que pode vir a fazer estragos nas audiências. Como já vi todos os episódios lançados nos States deixo a sugestão.





Lost

14 04 2007

Era só para dizer que Lost afinal está em grande.





Simplicidade e Serenidade

10 04 2007

Suave como seda sinto a textura

As vezes no escuro torna-se evidente,

Sereia, longe, mesmo assim és quente

Desejo, muito, esse sabes que dura.





300

9 04 2007

Quero muito ver este filme, diz a PREMIERE que:

Para compreendermos melhor o impacto visual deste filme, convém recordar a adaptação de outra BD de Frank Miller, Sin City, e a técnica CGI criada pelo realizador, Robert Rodriguez. Foram os procedimentos decorrentes desta técnica que permitiram a Sin City adquirir contornos tão semelhantes aos da obra original. Zack Snyder, o realizador de 300, adoptou esta mesma estratégia, e conferiu também a este filme uma terrível lealdade ao livro de Frank Miller. Ao vermos 300, ficamos na dúvida se o mundo em que estes acontecimentos se passam é real, ou surreal. Sabemos apenas que saiu da imaginação de Miller, e que este trouxe uma beleza nunca antes vista, a um cenário de guerra.

O filme vive sobretudo da épica batalha que dá a conhecer, a história de 300 Espartanos liderados pelo Rei Leonidas (Gerard Butler), que enfrentaram o poderoso exército de Xerxes (Rodrigo Santoro), o Imperador Persa que liderava uma ofensiva de um milhão de homens. Curioso que tenhamos chegado até ao século XIX sem que ninguém se tenha lembrado da Teoria da Evolução das Espécies, pois bem antes de Darwin já os Espartanos se preocupavam em seleccionar apenas os mais aptos. Logo no início do filme ficamos a conhecer as técnicas de triagem espartanas, e o porquê dos seus soldados serem exímios na arte da guerra.

Só assim podemos admitir e compreender as memoráveis sequências de combate, irrepreensivelmente coreografadas, e aceitar todos aqueles músculos bem definidos. Cada diálogo do filme serve para alimentar a batalha final, e cada episódio paralelo da Rainha Gorgo (Lena Heady) serve para ganharmos algum fôlego, enquanto a próxima investida persa não chega. Este é um filme que não aspira a ser mais do que um retrato da guerra, e para quem procura uma obra sobre sacrifício humano, violência bruta e sobrevivência, 300 é a escolha ideal. A filosofia não é complexa, e o filme não incita a grande reflexão. Contudo, isso não significa que não seja dada a devida importância aos acontecimentos aqui descritos. Miller afirma ter baseado o seu comic book no filme Os 300 Espartanos (1962), de Ralph Richardson. Certamente que daqui a 40 anos, se um novo relato desta epopeia surgir, veremos que a inspiração dada por este 300 será muito diferente. Para que não restem dúvidas, este é um filme sobre um acontecimento histórico, onde estão presentes questões e valores intemporais. Porém, é um filme do seu tempo e, como tal, sujeito à rejeição de todos aqueles que não partilhem a visão crua e visceral de Miller e Snyder. Eu partilho.

E os senhores deste departamento bem podem esperar uma nomeação para o Oscar.”





Eu sou…

27 03 2007
Extraversion |||||||||| 33%
Stability |||||||||||||| 60%
Orderliness |||||||||||||||| 63%
Accommodation |||||||||||| 50%
Interdependence |||||||||||||||| 70%
Intellectual |||||||||||| 50%
Mystical |||||||||||||| 56%
Artistic |||||| 30%
Religious |||| 16%
Hedonism |||||| 23%
Materialism |||||||||||||||| 63%
Narcissism |||||||||| 36%
Adventurousness |||||||||| 36%
Work ethic |||||||||| 36%
Self absorbed |||||||||||||| 56%
Conflict seeking |||||||||| 36%
Need to dominate |||||||||| 36%
Romantic |||||||||||| 50%
Avoidant |||||| 30%
Anti-authority |||||||||| 36%
Wealth |||||||||||||||| 63%
Dependency |||||||||||| 50%
Change averse |||||||||||||| 56%
Cautiousness |||||||||| 36%
Individuality |||||||||||| 50%
Sexuality |||||||||||||||| 70%
Peter pan complex |||||||||||||||| 63%
Physical security |||||||||||||||||| 76%
Physical fitness |||||||||||| 44%
Histrionic |||||||||| 36%
Paranoia |||||||||||| 43%
Vanity |||||||||||| 50%
Hypersensitivity |||||||||||| 43%
Female cliche |||||| 30%

http://similarminds.com/global-adv.html

Algumas coisas batem certo.





Pequenas Flores Vermelhas

18 03 2007

Vi em ante-estreia nacional, o que não é para todos. Pode dizer-se que não é um filme excepcional nem dos que marcam um ano de 7ª arte, mas é sem dúvida um filme “querido”, para não utilizar “fofinho”. Não vou escrever sobre o que retrata o filme, podem ver isso numa sinopse qualquer, interessa apenas dizer que gravar este filme deve ter sido uma experiência única para a equipa de realização. Crianças. Dezenas delas. Papel de destaque para mais que uma delas. De uma subtileza fantástica. Faz-nos no nosso íntimo reviver situações da nossa infância, voltar a sentir sensações agradáveis, pelo menos a mim fez.

Se puderem vejam.





Leo Messi, o tecnicista!

11 03 2007

Depois de ter feito um hattrick no último jogo pelo Barça, ante o seu maior rival, Real Madrid deixo aqui um excelente anúncio que não passa cá no nosso país.

Realmente, bendito problema de hormonas.





Um verdadeiro canhão

11 03 2007

Eis o que uma maquina da Canon de uso profissional pode fazer, tirar fotografias como quem dispara uma metralhadora.

Quando for grande vou querer uma assim.





Em todas…

11 03 2007

Aos 22 anos Scarlett Johansson atinge o estrelato. Depois de ter ganho o prémio de melhor actriz no festival de Veneza e na British Academy, pela sua interpretação em Lost in Translation (tinha apenas 18 anos) esta mulher não pára.

Para além do reconhecido talento, a descendente dinamarquesa, tornou-se um sex symbol à escala mundial. Foi considerada pela Esquire Magazine e pela Playboy como a “Sexiest Woman Alive”. Para além disso está a tornar-se cada vez mais rica. Para além de recentemente ter entrado num video-clip de Justin Timberlake esta menina é patrocinada por Louis Vuitton, Calvin Klein, L’Oreal e agora pela:

A meu ver é uma óptima  aposta. Depois de Henry e Shevchenko, nada melhor do Scarlie!

Ora cá entre nós, se ela diz que não acredita na monogamia e que as mulheres não foram feitas para se entregar a um homem só (o que eu acho mal, mas ela é que sabe da vida dela) e se anda nas bocas do mundo, a coisa pode descambar para dois caminhos possíveis. O primeiro é a vida privada dela sobrepor-se à vida profissional, e tornar-se uma espécie de Britney ou de Paris Hilton, com escandalos. Ou então libertar-se de preconceitos, fazer um papelaço no qual aparece nua, e ganhar os oscars.

Pessoalmente já me empolgou mais, quer-me parecer que quando a afirmação for total ela já não será aquela actriz alternativa, mais intima de cada um, para ser propriedade do mundo e isso não me agrada. Quando isso acontecer, estarei apenas interessado nos seus filmes e não em acompanhar a sua carreira.