Momento memorável

28 11 2006

Diz o Abrunhosa que “um homem também chora quando assim tem de ser”, e até o diz bem. Este filme, vi-o num dia em que estava incrivelmente apático, entreguei-me ao filme na esperança de me abrir a cabeça e me libertar para um resto de dia melhor. A questão é que esse dia mudou bastante a maneira de ver o cinema. Continua a ser dos filmes da minha vida, e neste momento que vos deixo verti uma ou duas lágrimas de emoção.

A música é da Amy Mann – Wise up.





Ah e tal…

28 11 2006

Depois de uma ida a Braga, depois de ter visto o Benfica a perder, nada melhor que umas cervejas para animar e um Fight Club improvisado para combater o frio. Estes dois são grandes, um deles é graduado é karaté e o outro é profissional é pancadaria em bares públicos.

Tenho andado sem tempo e sem assuntos, mas tentarei trazer-vos mais coisas.





Tenho Medo

11 11 2006

Veneza

 Antes de mais queria dizer que tenho andado sem tempo para dizer nada, ou então sem nada para dizer. Peço desculpa às 2/3 pessoas que passam por este blog.

Sim, tenho medo. Tenho medo de ter uma vida comprida, viver até as 90 anos e não fazer todas a coisas que gostaria de fazer. Tenho medo de não ir a Itália com a minha amada e visitar, Roma, Florença e Veneza. Tenho medo de nunca ir ao Brasil e enfrentar o medo de ser assaltado e inspirar a beleza que reside nas praias do nordeste. Tenho medo de nunca conseguir ver todos os filmes que hoje penso em ver. Tenho medo de nunca ler todas as obras que me modifiquem interiormente ou que sinceramente me tragam alguma coisa. Tenho medo de não ter filhos e netos. Tenho medo de nunca conduzir um Porsche.  Tenho medo de nunca conseguir acabar o meu curso, mas mesmo acabando tenho medo de não ser bom profissional. E acima de tudo tenho medo de não ter vida para poder realizar todos os sonhos/objectivos acima descritos.

A verdade é que nos deixamos ir demasiadamente à boleia daquilo que a vida nos vai dando, preocupamo-nos  demasiado com os problemas que surgem ou que podem surgir e que esquecemos de ser felizes e olhar cá para dentro. Ás vezes ser egoísta pode ter virtudes e quando abdicamos de certas coisas para nosso proveito pode ser uma coisa muito boa. Por isso, resta dizer que tenho medo, espero não me acobardar com a vida.