Simplicidade e Serenidade

10 04 2007

Suave como seda sinto a textura

As vezes no escuro torna-se evidente,

Sereia, longe, mesmo assim és quente

Desejo, muito, esse sabes que dura.





Eu sou…

27 03 2007
Extraversion |||||||||| 33%
Stability |||||||||||||| 60%
Orderliness |||||||||||||||| 63%
Accommodation |||||||||||| 50%
Interdependence |||||||||||||||| 70%
Intellectual |||||||||||| 50%
Mystical |||||||||||||| 56%
Artistic |||||| 30%
Religious |||| 16%
Hedonism |||||| 23%
Materialism |||||||||||||||| 63%
Narcissism |||||||||| 36%
Adventurousness |||||||||| 36%
Work ethic |||||||||| 36%
Self absorbed |||||||||||||| 56%
Conflict seeking |||||||||| 36%
Need to dominate |||||||||| 36%
Romantic |||||||||||| 50%
Avoidant |||||| 30%
Anti-authority |||||||||| 36%
Wealth |||||||||||||||| 63%
Dependency |||||||||||| 50%
Change averse |||||||||||||| 56%
Cautiousness |||||||||| 36%
Individuality |||||||||||| 50%
Sexuality |||||||||||||||| 70%
Peter pan complex |||||||||||||||| 63%
Physical security |||||||||||||||||| 76%
Physical fitness |||||||||||| 44%
Histrionic |||||||||| 36%
Paranoia |||||||||||| 43%
Vanity |||||||||||| 50%
Hypersensitivity |||||||||||| 43%
Female cliche |||||| 30%

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Algumas coisas batem certo.





Serra da Estrela

1 03 2007

É bonito de se ver. Neve, ou, névia. A voltar.





Projecto Pessoal

1 03 2007

 DDB

Recentemente passei a ser um dos administradores do site www.donosdabola.com . Portal informativo e fórum de discussão de desporto, essencialmente futebol. Quem gostar de falar da bola, que passe por lá.

Futebol, essa paixão de criança!

Hoje em dia, quando estou num meio onde as pessoas ainda estão a conhecer-me, algumas ficam desconfiadas quando notam que gosto mesmo de futebol. Como se gostar de futebol fosse significado de inteligência inferior, de modos mais rudes e de hábitos de povo. Considero-me culto para a minha idade, educado e calmo, faço o que todos fazem mas no entanto sei coisas de futebol.
Desde criança que o meu contacto com futebol foi algo que me marcou à partida, como amor à primeira vista, como a luva que assenta na perfeição na nossa mão e nos protege no frio do momento. As minha memórias, são rebuscadas, lembro vagamente do Itália 90, pelo menos do pai assistir com atenção e de ouvir os jornalistas a falar do Maradona. Mas a partir de 94, tinha eu 8 anos, que comecei a amor este desporto. Na rua queria ser sempre o Romário, enquanto jogava com o meu vizinho italiano que era sempre o Baggio (nas férias que passava na Suiça). Lembro-me desse Mundial e da maneira como desejei que o Baggio falhasse o penalty, que até acreditei que tinha sido por causa de mim que ele falhou. Lembro-me bem de adorar o Stoitchkov graças ao excelente mundial que fez.
Com os amigos, nas peladinhas que fazíamos depois da escola, normalmente com pedras a fazer de baliza e bolas a imitar as oficiais da altura, lembro-me da alegria com que ficava quando marcava um golo ou quando as coisas saíam bem. Calcanhar, cuequinhas (aqui no norte dizemos “cucha”), remates de primeira… era para isso que vivíamos. Lembro-me que quando nos magoávamos nos joelhos, era um bocado de saliva para cima, esfregava-se bem, e começar a jogar outra vez já que o jogo não parava. Esta era a magia pessoal que tínhamos, chegava-mos a casa pela hora do jantar, todos sujos, ouvíamos das boas da mãe mas no entanto valia a pena. Lembro-me de pegar na bola sozinho, e jogar, a relatar os nomes dos jogadores do Benfica antes ou a seguir aos jogos, tudo para mim sempre foi genial, desde chuteiras, caneleiras e cromos.

Do Benfica, posso dizer que sou por influência do meu pai, vivo no norte e com família maioritariamente portista. Nisto do futebol nada como solidariedade e um bom parceiro para ver os jogos. Lembro-me de adorar o Valdo, o Isaías, o Schwarz, o João Pinto, o Mozer, o Rui Costa. Lembro-me como se fosse hoje dos 6-3 ao Sporting, de estar a ver no café e achar piada a que cada repetição dos golos o pessoal voltasse a gritar “GOOOLOOO!” só para irritar os anti-benfiquistas, nessa noite fomos os melhores do mundo, não na prática mas para mim.
Fui sempre fiel, passei por fases muito complicadas, cheguei a pensar “mas porque raio tinha logo de gostar destes que nunca ganham nada?”… Dos nossos anos negros só consegui gostar de Caniggia, João Pinto e Karel Poborsky. Lembro-me de jogadores horríveis como Thomas, Escalona, Machaíridis, Paulo Nunes, Martin Pringle, Scott Minto e por aí fora, só escapava o Brian Deane.
Felizmente, com esta direcção as coisas mudaram, e já rebentei na vitória do campeonato, da taça sobre o todo poderoso Mourinho (o que me deu mais gozo foi a conferência de imprensa dele, a seguir ao jogo) e nas boas vitórias europeias. Na época corrente, ainda falta, mas continuo aqui a torcer, com a esperança de que ainda é mais do que possível e que se tudo correr bem, vamos conseguir. E como o verdadeiro amante nunca deixa de ter os seus amores, hoje, se pudesse escolher uma camisola autografada de um jogador do Benfica, seriam logo duas (qual Marco Paulo qual quê?), Miccoli e Katsouranis (Katso para os amigos).

Por isso, era para dizer que gosto de futebol sim. Adoro futebol. Não gosto nada de perder. Vieram-me as lágrimas aos olhos na final com a Grécia, e o jogo onde mais sofri até hoje foi com a Inglaterra nesse mesmo Europeu. No entanto adoro ganhar, mas acima de tudo sei ganhar e reconhecer que às vezes os adversários são simplesmente melhores. Sou por isso hoje, uma pessoa melhor, até porque devido a essa paixão eu próprio já joguei e já tive “a minha” equipa. Sei o que é a adrenalina e sei que tenho de alimentar este bichinho que tenho cá dentro. Por isso é que venho cá quase todos os dias, quase sempre mais que uma vez por dia.

Era isso que queria partilhar convosco sobre a minha pessoa.





O que de belo há no mundo

5 01 2007

Ambas músicas lindas. Sinto-me envergonhado ao ver o Andy Mckee a tocar quando olha para a tv e vejo o FF em primeiro no top. Agora todos os dias as ouço. Dedico a todos os que me são amigos e a ti Luna.

Fiquem com este fotografia que encontrei cá nestas andanças. De Ricardo Zerrenner.





Ah e tal…

28 11 2006

Depois de uma ida a Braga, depois de ter visto o Benfica a perder, nada melhor que umas cervejas para animar e um Fight Club improvisado para combater o frio. Estes dois são grandes, um deles é graduado é karaté e o outro é profissional é pancadaria em bares públicos.

Tenho andado sem tempo e sem assuntos, mas tentarei trazer-vos mais coisas.





Tenho Medo

11 11 2006

Veneza

 Antes de mais queria dizer que tenho andado sem tempo para dizer nada, ou então sem nada para dizer. Peço desculpa às 2/3 pessoas que passam por este blog.

Sim, tenho medo. Tenho medo de ter uma vida comprida, viver até as 90 anos e não fazer todas a coisas que gostaria de fazer. Tenho medo de não ir a Itália com a minha amada e visitar, Roma, Florença e Veneza. Tenho medo de nunca ir ao Brasil e enfrentar o medo de ser assaltado e inspirar a beleza que reside nas praias do nordeste. Tenho medo de nunca conseguir ver todos os filmes que hoje penso em ver. Tenho medo de nunca ler todas as obras que me modifiquem interiormente ou que sinceramente me tragam alguma coisa. Tenho medo de não ter filhos e netos. Tenho medo de nunca conduzir um Porsche.  Tenho medo de nunca conseguir acabar o meu curso, mas mesmo acabando tenho medo de não ser bom profissional. E acima de tudo tenho medo de não ter vida para poder realizar todos os sonhos/objectivos acima descritos.

A verdade é que nos deixamos ir demasiadamente à boleia daquilo que a vida nos vai dando, preocupamo-nos  demasiado com os problemas que surgem ou que podem surgir e que esquecemos de ser felizes e olhar cá para dentro. Ás vezes ser egoísta pode ter virtudes e quando abdicamos de certas coisas para nosso proveito pode ser uma coisa muito boa. Por isso, resta dizer que tenho medo, espero não me acobardar com a vida.





Para quem sente.

18 10 2006

Quem nunca esteve na cama, envolvido no silêncio da noite, fitando o vazio do escuro e de olhos postos no tecto, a pensar na pessoa amada? Naquela pessoa por quem nós cometemos uma série de asneiras apenas para que ela nos retribua um sorriso. Aquela pessoa que nos momentos de solidão e de saudade nos preenche os pensamentos. Sim, quero acreditar que todos um dia já fomos ou vamos estar apaixonados e amar alguém. Ainda acredito no amor.

Deixo aqui um vídeo compilado com cenas da série da Fox americana “Prison Break”. Consta que a RTP já a comprou e que a vai exebir. Peço aos deuses para que os directores de programação não a assassinem em horários da treta e sempre a mudar de posição na grelha de exebição. O que tem a ver o vídeo com o estou a falar? Tem muito. Quem conhece a série sabe do que falo, para quem não conhece resta dizer que se trata de uma médica apaixonada por um recluso e que apesar de ser em parte manipulada, ele também gosta dela. É um dos ingredientes no belo prato que esta série nos oferece e ao mesmo tempo é uma boa história de amor.





Início de um novo ciclo

7 10 2006

Paisagem de uma vida que poderá vir

Já me começava a fartar dos erros do Blogger e resolvi fazer um upgrade no meu blogzito. Não é que valha a pena, ninguém o lê, mas simplesmente tenho algo meu e intimo. Se alguém perguntar posso dizer que tenho. Vou tentar colocar mais coisas, indo fazendo posts regularmente, mas como sempre não se promete nada, o tempo é um “old enemy”.